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	<title>Arquivos filme - Aquarius</title>
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		<title>Tem novidades chegando em outubro na aquarius</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aquarius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 17:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Grandes documentários estreiam em breve na plataforma (e você não vai querer perder!) O mês de outubro vem recheado de estreias — aqueles conteúdos indispensáveis sobre arte, ciência e bem-estar. Confira na sequência os documentários que logo, logo estarão disponíveis na aquarius. Dia 11/10 &#8211; Upper Story: No Caminho do Bem-Estar O número de pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Grandes documentários estreiam em breve na plataforma (e você não vai querer perder!)</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mês de outubro vem recheado de estreias — aqueles conteúdos indispensáveis sobre arte, ciência e bem-estar. Confira na sequência os documentários que logo, logo estarão disponíveis na aquarius.</span></p>
<p><strong>Dia 11/10 &#8211; Upper Story: No Caminho do Bem-Estar</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1083" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-2-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-2-300x300.jpg 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-2-150x150.jpg 150w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-2-768x768.jpg 768w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-2-440x440.jpg 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-2.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O número de pessoas com depressão está aumentando e, mobilizados por esse tema, líderes budistas e brilhantes neurocientistas desenvolveram pesquisas cujos resultados podem ajudar milhões de pessoas que sofrem com a doença. Tal colaboração entre religiosos e cientistas revela técnicas que nos permitem desenvolver o bem-estar a partir da educação da mente. Que tal iniciar esse treinamento que só traz benefícios?</span></p>
<p><strong>Dia 18/10 &#8211; Oliver Sacks: Sua Própria Vida</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1082" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-300x300.jpg 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-150x150.jpg 150w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-768x768.jpg 768w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar-440x440.jpg 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-copiar.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um mês depois de receber um diagnóstico fatal em janeiro de 2015, o neurologista e escritor inglês Oliver Sacks deu uma série de entrevistas filmadas em Nova York. Rodeado pela família, amigos e por cadernos que reúnem seis décadas de pensamento e escrita sobre o cérebro, ele falou sobre a vida, o trabalho e a sua admiração pelo mundo natural. Não perca essa história sobre o médico que redefiniu a compreensão do cérebro e da mente.</span></p>
<p><strong>Dia 25/10 &#8211; Andrey Tarkovsky: O Cinema Como Oração</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1081" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-300x300.jpg 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-150x150.jpg 150w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-768x768.jpg 768w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024-440x440.jpg 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/10/ImagemDentro_1024x1024.jpg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O documentário narra a vida e a obra do genial diretor Andrey Tarkovsky, deixando que ele próprio conte sua história. O relato é acompanhado por gravações inéditas de poemas de Arseny Tarkovsky, um dos maiores poetas russos do século 20 e pai do diretor — o que destaca o profundo vínculo cultural e espiritual entre os dois. Marque na agenda e acompanhe esse compilado de memórias, visões artísticas e reflexões inspiradoras!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então já sabe: em outubro vem muita coisa boa por aí! Não perca as estreias de grandes filmes na aquarius + Prime Video + NOW!</span></p>
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		<title>Afrobeat: ritmo e revolução permanente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aquarius]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 18:29:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A origem e a influência do jazz Em 2011, Beyoncé Knowles anunciou que seu disco “4” havia bebido nas águas nigerianas do afrobeat e que tinha em Fela Kuti uma de suas maiores influências musicais. Já Tony Allen, o baterista que criou as batidas do gênero, chegou a colaborar em projetos musicais com Damon Albarn, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>A origem e a influência do jazz</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2011, Beyoncé Knowles anunciou que seu disco “4” havia bebido nas águas nigerianas do afrobeat e que tinha em Fela Kuti uma de suas maiores influências musicais. Já Tony Allen, o baterista que criou as batidas do gênero, chegou a colaborar em projetos musicais com Damon Albarn, líder da banda britânica Blur. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-980" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/Design-sem-nome-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Design-sem-nome-300x300.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Design-sem-nome-150x150.png 150w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Design-sem-nome-440x440.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Design-sem-nome.png 600w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O afrobeat é um gênero que ganhou popularidade mundial durante a década de 1970, com a obra do multi-instrumentista e ativista político nigeriano Fela Kuti, e, desde então, influencia artistas de todas as partes do globo</span><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"> É uma leitura de ritmos populares norte-americanos, como o jazz e a soul music, a partir de tradições musicais da África Ocidental, como por exemplo o highlife e a própria cultura yorubá. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se por um lado o jazz foi muito importante em sua criação e desenvolvimento, por outro, o próprio afrobeat acabou se tornando uma grande influência para muitos jazzistas. Roy Ayers, por exemplo, gravou canções inspiradas pelo gênero e chegou a entrar em turnê na Nigéria com o próprio Fela. Embora os dois tivessem trajetórias bem diferentes, Ayers buscava um certo sentido de espiritualidade e uma consciência e solidariedade racial que conversavam com a obra de Fela e de toda a cena que crescia naquele momento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Olhar para o hip-hop</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma de observar a influência do afrobeat é olhar para o hip-hop. Assim, sem pensar muito, temos o </span><i><span style="font-weight: 400;">feat </span></i><span style="font-weight: 400;">de Missy Elliot e Timbaland, em “Whatcha Gon’ Do”, de 2001, na qual “Colonial Mentality”, de Fela &amp; Africa 70, está presente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dá para citar também “I Will Not Apologize&#8221;, do The Roots, de 2008, que contém samples de Fela em “Mr Grammarticalogylisationalism is the boss”. Rihanna, por sua vez, lançou em 2007 “Don’t Stop The Music” — com as linhas imortais “Mama-say, mama-sa, ma-ma-ko-ssa”, surgidas originalmente em “Soul Makossa”, da vertente camaronesa de afrobeat representada por Manu Dibango.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Warrior Song”, uma parceria de Nas e Alicia Keys de 2002, usou ritmos de “Na Poi”, uma composição de 1972 de Fela Kuti. E “Let Nas Down”, de J. Cole, lançada em 2013, contém samples de “Gentleman”, uma composição de Fela &amp; Africa 70, de 1973.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Música nigeriana, tempero brasileiro</b></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-981" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-4-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-4-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-4-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-4.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui no Brasil existe uma cena de afrobeat consolidada e com sotaque próprio. Há o pessoal da IFÁ, composta por músicos/pesquisadores de Salvador, Bahia, que mistura o ritmo com ijexá e funk. O grupo já dividiu palco com Femi Kuti, um dos filhos de Fela, e contou com a colaboração e parceria de gente do calibre do maestro Letieres Leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Funmilayo Afrobeat Orquestra, por exemplo, é a única banda de afrobeat composta exclusivamente por pessoas não-binárias e mulheres negras. Seu nome é uma referência e homenagem à Funmilayo Kuti, mãe de Fela: professora e ativista dos direitos das mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não dá para esquecer, claro, da turma da Zebrabeat Afro-Amazônia Orquestra, que soma o afrobeat a ritmos tradicionais da cultura paraense, como o carimbó e a guitarrada. Ainda nessa pegada avessa a purismos estéticos, há o pessoal da Afroelectro, que coloca o ritmo nigeriano para conversar com o Tambor de Crioula de Taboca, do Maranhão; versos de Cavalo-Marinho, originários de Nazaré da Mata (Pernambuco); passando por cantos de capoeira, até chegar ao candomblé.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Afrobeat e afrobeats: por que um “s” faz diferença?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente há uma confusão frequente entre duas coisas bem distintas: o “afrobeat” e o gênero muito mais jovem conhecido como “afrobeats”. O primeiro, sem o “s” no final, nasceu na Nigéria na década de 1970 e foi criado por Fela Kuti e Tony Allen. Como já dissemos, é uma mistura de música africana com alguns gêneros norte-americanos: soul e jazz, sobretudo. Em geral, as bandas são grandes, têm cara de orquestra e a ênfase recai sobre o caráter polirrítmico do som, os sopros, a percussão e, com alguma frequência, o conteúdo explicitamente político das letras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quando falamos em “afrobeats” estamos nos referindo a uma cena musical pop que surgiu praticamente na mesma região, principalmente em Nigéria e Gana, no fim da década de 1990, e que se expandiu para o Reino Unido na primeira década do século 21. É um movimento também conhecido como afro-fusion e afropop.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sonoridade do afrobeats é mais abrangente do que a do afrobeat. Tende a ser uma mistura de Juju (som nigeriano derivado da percussão iorubá), hiplife (a moda ganense de juntar hip hop ao highlife), ndombolo (música de pista congolesa), dancehall, hip hop, R&amp;B e música eletrônica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É engraçado que, na ânsia de distinguir o afrobeat do afrobeats, muitas vezes os críticos musicais incorrem em um juízo de valor arbitrário e elitista: a ideia de que o primeiro seria um gênero artisticamente sério e respeitável, porque é explicitamente politizado, e o segundo </span><i><span style="font-weight: 400;">apenas pop </span></i><span style="font-weight: 400;">— porque se ocupa de </span><i><span style="font-weight: 400;">lovesongs </span></i><span style="font-weight: 400;">e de músicas dançantes. O que esses críticos perdem de vista é a ideia de que há uma dimensão inegavelmente política e profunda em uma arte preta que declara que homens e mulheres negros dançam e se amam. Acontece que se hoje o afrobeats cresce a passos largos no pop internacional, essa geração de músicos deve pelo menos um “muito obrigado” à geração de Fela Kuti e Tony Allen, que inaugurou com o afrobeat, há mais de 50 anos, um processo de africanização irrefreável da música pop ao redor do globo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por: Gabriel Trigueiro</p>
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		<title>Nunca percebi a menopausa da minha mãe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aquarius]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 19:30:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vamos falar sobre menopausa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O universo feminino ainda é bastante desconhecido. Até mesmo para nós mulheres, compreender os fenômenos do nosso corpo (como a menopausa) e nossa maneira de estar no mundo, nem sempre é tarefa fácil. Não faz tanto tempo assim que como sociedade começamos a prestar atenção e trazer pra conversa, temas que tanto impactam a vida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O universo feminino ainda é bastante desconhecido. Até mesmo para nós mulheres, compreender os fenômenos do nosso corpo (como a menopausa) e nossa maneira de estar no mundo, nem sempre é tarefa fácil.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-973" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-2-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-2-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-2-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-2.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não faz tanto tempo assim que como sociedade começamos a prestar atenção e trazer pra conversa, temas que tanto impactam a vida das mulheres, quando se trata das fases de desenvolvimento de corpos femininos. Menstruação e menopausa em muitos ambientes, ainda são tabus e sendo assim, coletivamente temos certa dificuldade de falar abertamente sobre esses dois grandes marcos do desenvolvimento das mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A boa notícia é que isso vem mudando, que bom! E cada vez mais temos acesso a conteúdo e informação de qualidade para nos apropriarmos de características tão nossas e aos poucos aprender a olhar para elas como um fator de potência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, me dei conta que o tema menopausa ainda não faz tão parte da minha vivência. Sou uma mulher de 40 anos que ainda não chegou nessa fase. Mas notei que mesmo a menopausa de mulheres muito próximas a mim, como minha mãe, minhas tias e minhas avós, passou assim, digamos, despercebida. Acredito que isso, em parte, porque não temos o costume de falar tanto sobre isso, temos pouca informação de qualidade e vemos somente o lado negativo, os sintomas que incomodam. Também percebi que sem falar sobre o tema mais abertamente, perdemos a oportunidade de praticar a empatia e compreensão com as mulheres à nossa volta, que atravessam essa etapa da biografia, que todas nós iremos passar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fiquei refletindo então sobre, o que será que essas mulheres ao meu redor vivenciaram nessa fase? Quais foram seus desejos, quais foram suas angústias? O quê essa transformação provocou nelas de forma mais ampla? Que tipo de apoio gostariam de ter recebido?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conversando com algumas delas fica evidente que se soubéssemos mais sobre esse fenômeno, poderíamos ser rede de apoio umas às outras.</span></p>
<h2><b> Um grande portal de transformação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além dos sintomas físicos mais conhecidos como os calorões, as mudanças de humor, no formato do corpo e claro, o fim da menstruação, a menopausa traz outros acontecimentos que não só na dimensão física das mulheres. Transformações também em aspectos emocionais, psíquicos e por que não, espirituais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nossa biografia é um grande fio, um suceder de acontecimentos, com eventos importantes e impactantes. A cada fase da vida são revelados novos convites e oportunidades para nosso autodesenvolvimento. De um lado, conforme a idade avança, o corpo físico muda e pede adaptações, vai perdendo sua vitalidade. Por outro lado, nossa alma e nosso espírito têm a possibilidade de crescer e amadurecer. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhando por esse prisma, podemos ressignificar a fase de vida das mulheres que acompanha a menopausa. E se olhássemos para ela, como um grande portal de transformação, um encerramento de um ciclo e o início de outro? A menopausa também pode vir acompanhada de uma revisão de valores, de prioridades, uma revisão do que a partir dali é essencial para cultivar mais qualidade de vida. Que nova mulher surge com a menopausa? Novos desejos, novos projetos, novas perspectivas? Sonhos que foram adiados, podem ser retomados? A menopausa pode ser um grande convite à autodescoberta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas pra tudo isso, um fator é crucial. O conhecimento e a informação. Conhecimento é poder. Conhecendo o que está por vir, é possível fazer escolhas mais conscientes e adotar estratégias para lidar com os sintomas e com as mudanças inerentes ao processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse mês de Março estréia na plataforma <a href="https://www.instagram.com/mercurioantroposofia/">Aquarius</a>, o documentário &#8220;Vamos falar sobre a Menopausa&#8221; apresentado pela Dra. Tara Allmen. O documentário é um guia para </span><span style="font-weight: 400;">compreender e navegar nesta fase tão importante da vida feminina</span><span style="font-weight: 400;"> e traz informações valiosas sobre esse período de transformação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O documentário aborda estratégias como mudanças no estilo de vida, a prática de atividades físicas, o autoconhecimento, a revisão de prioridades e sonhos, além de claro, o acompanhamento de especialistas. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-974" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-3-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-3-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-3-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/03/ImagemDentro_620x600-3.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ninguém precisa caminhar sozinha por essa transição! Troque experiências, converse, acolha sua vulnerabilidade e aproveite o poder dessa fase. E se você assim como eu, ainda não chegou lá, se informe, conheça, aprenda. Que a gente se permita acolher esse renascimento da mulher com conhecimento e empatia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Debora Garcia é produtora de conteúdo, podcaster e co-criadora do Mercúrio Antroposofia, uma plataforma de conteúdo e conhecimento para apoiar processos de transformação individuais e coletivos, inspirados na Antroposofia e na biografia humana. Saiba mais sobre autodesenvolvimento no<a href="https://www.instagram.com/mercurioantroposofia/"> instagram</a> da plataforma </span><span style="font-weight: 400;">e no <a href="https://www.instagram.com/mercurioantroposofia/">podcast.</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>4 MOTIVOS PARA ASSISTIR AO FILME O NOVO EVANGELHO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aquarius]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 15:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[o novo evangelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já conhece O Novo Evangelho? Essa premiada obra cinematográfica merece a sua atenção! Levando elementos documentais e ficcionais para as telonas, o filme acompanha os desafios de ativistas sociais em defesa de famílias desamparadas, e ainda apresenta passagens bíblicas encenadas por um elenco escolhido a dedo. Afinal, você já viu Jesus Cristo negro? 1 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Você já conhece O Novo Evangelho?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa premiada obra cinematográfica merece a sua atenção! Levando elementos documentais e ficcionais para as telonas, o filme acompanha os desafios de ativistas sociais em defesa de famílias desamparadas, e ainda apresenta passagens bíblicas encenadas por um elenco escolhido a dedo. Afinal, você já viu Jesus Cristo negro? </span></p>
<h2>1 &#8211; <span style="font-weight: 400;">É O PRIMEIRO JESUS NEGRO DO CINEMA EUROPEU</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-919" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-4-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-4-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-4-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-4.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A representatividade tem lugar em O Novo Evangelho, que traz o camaronês Yvan Sagnet no papel principal. Dando vida a Jesus, o ativista ajuda a lançar luz sobre essa causa que tem sua importância muitas vezes diminuída, e prova que todos podemos nos identificar com o filho de Deus. Afinal, a figura europeia de Cristo foi uma criação para agradar ao público que consumia aqueles ensinamentos à época, mas já é hora de mostrar ao mundo que a velha imagem divina de um homem loiro com olhos claros nem mesmo faz sentido, concorda?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2 &#8211; <span style="font-weight: 400;">FOI DESTAQUE EM IMPORTANTES FESTIVAIS</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-921" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-1-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-1-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-1-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-1.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme do diretor suíço Milo Rau ganhou lugar nas telonas de grandes mostras internacionais de cinema. Indicado a prêmios em festivais como IDFA em Amsterdã e FIFDH em Genebra, também foi aclamado no Festival de Cinema de Veneza e alcançou a primeira posição na categoria Melhor Documentário do Prêmio do Cinema Suíço. Certamente, todo esse reconhecimento não veio por acaso, então vale a pena acompanhar e entender os motivos de tantos aplausos!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>3 &#8211; <span style="font-weight: 400;">MOSTRA OS BASTIDORES DE UMA GRANDE PRODUÇÃO</span></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-924" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-2-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-2-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-2-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-2.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde a escolha do elenco e dos figurinos até as filmagens, o documentário apresenta ao público o processo de criação de uma obra disruptiva, com o intuito não só de retratar os ensinamentos bíblicos sob uma nova óptica, mas também, segundo o diretor Milo Rau, de mudar o mundo. Isso porque o filme ajuda a descortinar uma realidade omitida por interesses econômicos, que é trazida à tona pela coragem de alguns dos principais personagens desse belo trabalho.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 &#8211; TRAÇA UM PARALELO COM A ATUALIDADE</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-923" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-3-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-3-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-3-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ImagemDentro_620x600-copiar-3.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção acompanha as batalhas enfrentadas atualmente pelos mais necessitados, muitas vezes explorados pela indústria agrícola que põe os lucros à frente da dignidade humana. O Novo Evangelho ajuda a dar voz àqueles que passaram a vida sendo calados, e levanta importantes questionamentos: o que Jesus faria se presenciasse as maldades cometidas ainda hoje contra os desfavorecidos? Quem seriam seus discípulos? Aqueles que dizem segui-lo seriam capazes de abrir mão de seus interesses em prol do que é correto? Assista e tire suas conclusões!  </span></p>
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		<title>O que diz o pacifista Satish Kumar a respeito da morte?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aquarius]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 19:39:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ativista pela paz e autor Satish Kumar defende ideias inspiradoras sobre a vida e a morte. Sua experiência como monge na juventude e peregrinação intercontinental contra as guerras fizeram dele uma referência enquanto propagador de bons conselhos e filosofias. Os conceitos que defende a respeito do bem-estar coletivo e do ser humano como parte [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ativista pela paz e autor Satish Kumar defende ideias inspiradoras sobre a vida e a morte. Sua experiência como monge na juventude e peregrinação intercontinental contra as guerras fizeram dele uma referência enquanto propagador de bons conselhos e filosofias. Os conceitos que defende a respeito do bem-estar coletivo e do ser humano como parte integrante de um único sistema universal trazem conforto para quem busca respostas sobre a vida e a morte, o medo e a confiança, a angústia e a paz.</p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-839" src="https://vivaemaquarius.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/12/ImagemDentro_620x600-1-3-300x290.png" alt="" width="300" height="290" srcset="https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ImagemDentro_620x600-1-3-300x290.png 300w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ImagemDentro_620x600-1-3-440x426.png 440w, https://blog.vivaemaquarius.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ImagemDentro_620x600-1-3.png 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></h2>
<h2><span style="font-weight: 400;">“Se as folhas velhas tiverem medo de morrer, como as novas folhas virão?”</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa metáfora traduz bem o posicionamento de Kumar sobre o tema. Segundo ele, somos parte de uma força vital dinâmica regida pela natureza, e não podemos impedir que essa energia siga seu fluxo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, querer fugir da morte só gera desgaste psicológico, que é totalmente evitável quando se entende que esse é um processo necessário para a evolução e a continuidade da vida. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">“O medo corrói a harmonia pessoal e social”</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A filosofia de Satish Kumar propaga que a cura para os problemas gerados pelo medo é a confiança incondicional no funcionamento do universo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como temos a certeza de que a água mata a sede e de que o sol vai nascer a cada dia, precisamos ter como certo que a vida irá cumprir seu destino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É simplesmente o que inevitavelmente vai acontecer, então a não aceitação é apenas uma escolha pessoal. É como optar pela angústia. Vale a pena?</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">“Todos os seres humanos fazem parte da tapeçaria do Universo”</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo, no universo, está conectado. Desde a nossa consciência, as nossas vidas, a natureza, nada existe isoladamente. O pacifista indiano defende que essa infinita rede, com conexões também infinitas, tornam o ego inexistente, sem sentido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Junto com o ego, perde-se também o medo. Como consequência, a ansiedade que muitas vezes nos corrói também se dissipa, bem como as inseguranças internas e externas. Compreender conexões é um bom caminho para se sentir em paz.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">“O poder do pensar positivo pode transformar nossa consciência”</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Já que o medo tem a capacidade de reger nossas vidas em diversas situações &#8211; por exemplo, sobre perder o emprego, envelhecer, fracassar -, isso significa que um sentimento criado pela nossa própria mente é o responsável por toda essa angústia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então porque não reverter o quadro transformando os sentimentos para que ajam a nosso favor? Bem dizem que o pensamento gera o sentimento, que, por fim, gera a ação. Se o ponto de partida for positivo, o resultado também será.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais sobre a filosofia de Satish Kumar? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assista “<a href="https://app.vivaemaquarius.com.br/filme/a-morte-torna-a-vida-possivel">A Morte Torna a Vida Possível</a>”, na aquarius.</span></p>
<p>O post <a href="https://blog.vivaemaquarius.com.br/o-que-diz-o-pacifista-indiano-satish-kumar-a-respeito-da-morte/">O que diz o pacifista Satish Kumar a respeito da morte?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.vivaemaquarius.com.br">Aquarius</a>.</p>
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